quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Releitura da postagem "Eu sei ler”



Releitura da postagem “Eu sei ler”, publicada 28 de novembro de 2016, disponível no link < https://igapereira.blogspot.com/2015/11/eu-sei-ler.html>.
Lendo essa postagem, percebo a importância de um olhar atento do professor, quando se trata de alfabetização. Uma fase assustadora onde qualquer vacilo, pode por tudo a perder, porém fascinante. Ver o aluno soletrando as primeiras letras e formando as primeiras palavras, é mágico. Esse processo exige do professor sabedoria, dedicação e esforço, tarefa essa que me fez buscar através dessa graduação, fundamentações teóricas para o bom desenvolvimento desse processo.
A alfabetização é um desafio, onde depende do professor a eficácia dela, tendo muito cuidado ao corrigir o aluno, pois o mesmo se encontra num processo de construção, tendo o professor que propiciar momentos diferentes e prazerosos de aprendizagens, valorizando cada produção do seu aluno, trazendo estímulos e fazendo associações, repetições e sobretudo levando-se em consideração também a importância decorrente da aprendizagem aos pares, onde através da fala de Vygotsky consigo compreender após estes anos e frequentando o curso de pedagogia que a zona de desenvolvimento proximal (ZDP) possibilita as aprendizagens se efetivarem de forma significativa, onde Vygotsky nos diz que:


(...) a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se                 costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível desenvolvimento potencial, determinado através solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes. (VYGOTSKY,1984, p.97)
                                                                                             

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Referencial:

VYGOTSKY, Lev Semenovich. A Formação Social da Mente; 1ª. São Paulo: Martins Fontes, 1984.



Releitura da postagem “Superação a cada dia”




Releitura da postagem “Superação a cada dia”, publicada em 28 de novembro de 2015, disponível no link < https://igapereira.blogspot.com/2015/11/superacao-cada-dia.html>.
Relendo a postagem citada, percebo que essa observação diária que era feita, apenas para ter algo a postar, deveria ter um outro objetivo, como tenho na atualidade.
Toda e qualquer evolução do aluno serve para buscarmos novas ferramentas, para que as mesmas nos auxiliem no aprendizado de cada um. São essas evoluções e aprendizados dos alunos, que devemos utilizar para deixá-los cada vez mais motivados, fascinados, despertando- os a curiosidade, criatividade, valorizando cada produção deles.
Acredito que todo profissional da educação faz essas observações diárias, para que através delas, possamos traçar um bom planejamento, indo ao encontro dos anseios e perspectivas deles, somos mediadores do conhecimento, e não um transmissor de informações. Não é possível planejar sem ter um objetivo previamente, sem saber as peculiaridades de cada um.  É preciso compreender que, em um único espaço há diferentes indivíduos, com curiosidades diferentes e cabe ao professor  estar atento a essas situações, apropriando-se desses fatos para um bom planejamento.
Relembrando a interdisciplina de psicologia, onde através de uma fala de Becker nos mostra “o professor pode auxiliar, e muito, para que o aprender seja sentido como o prazer, valorizando as pequenas descobertas e as novas dúvidas e, sobretudo, formulando novas questões.” Testifico assim uma necessidade em se desenvolver um bom planejamento para que as aprendizagens se efetivem de forma significativa, levando em consideração aspectos como, afetividade x cognitivo.
Consigo hoje conjecturar minhas ideias e práticas partindo do aporte de referenciais teóricos ofertados no decorrer destes anos no PEAD.

Referencial:
BECKER, Fernando. A Epistemologia do professor; o cotidiano da escola. 8ª. Petrópolis: Vozes, 2000.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Inovação na Prática educativa

Hoje em dia o professor vive dentro do ambiente escolar uma educação que já transpassou as paredes da sala de aula. O aluno carregando sua própria bagagem e experiências passa esse conhecimento para a turma. E o professor precisa entender que já não é mais o detentor do saber, respeitando assim o esse aprendizado.
Por isso a prática educativa passa a ser para o professor um desafio a mais, pois além dos conteúdos a serem repassados, ter que seguir as propostas pedagógicas da escola, entre outros, precisa também direcionar seus alunos para um convívio mais aberto em seu  meio, estabelecendo um vínculo de carinho, amizade e principalmente de respeito.
Eu como professora, acredito que tudo que o aluno já construiu até hoje, servirá de patamar para almejar mais.
Por este motivo considero um bom profissional, aquele professor que supera desafios e incorpora em seu método de ensino a cultura de cada aluno, trabalhando de acordo com a realidade vivenciada. 

Professor autoritário!

Ao assistir o vídeo " Escolas democráticas", me chamou muito a atenção, o autoritarismo do professor, que me fez refletir e chegar a conclusão de que isso ainda é realidade em nossas escolas, e muitas vezes nos deixamos influenciar.
Cabe a nós educadores em formação nos deter apenas no que nos é acrescentado em relação as experiencias presenciadas em nossas escolas.
Acredito também que somos peças chaves para mudar esse panorama tão antigo e que ainda faz parte da nossa realidade, onde muitas vezes reflete no aprendizado do nosso aluno, pois nessas situações o professor sempre vê o aluno como o "problema", e não à sua metodologia, esse reconhecimento de nossa parte, já é um grande passo para não cometermos os mesmos erros.

E o estágio se aproxima...

Percebo que as práticas educativas que orientam o trabalho do professor é fruto das tendências pedagógicas que acompanham a educação em nosso país, que geralmente se pauta na tendência tradicionalista...
O estágio se aproximando, me pego a pensar nas questões tecnológicas, tentando buscar formas e maneiras de usá-las em sala de aula, já que é um dos pré-requisitos para o desenvolvimento do mesmo.
Na atualidade, a criança já tem um grande conhecimento sobre o assunto,  que muitas vezes nos deixa espantados, tamanho o conhecimento, por esse e vários outros motivos devo buscar inovações, ser criativa e surpreendê-los, para que meus objetivos tenham êxito.

Falando errado: corrigir ou não?

Eu, como educadora de Educação Infantil, me questiono qual o real papel do educador nesta fase, onde os "bebês", necessitam de um cuidado específico na área da construção da fala.
Devemos ter o cuidado e dizer que a criança está falando errado, pois o "falar errado" faz parte desse processo, pois através do erro se propicia novas oportunidades de aprendizagens, trazendo significações para a sua linguagem.
A capacidade de se expressar possibilita a construção entre o real e o imaginário, o concreto e o imaginário.
O professor como mediador desse processo, deve valorizar cada  passo dado rumo a um crescimento, já que são sujeitos em pleno desenvolvimento.